Bien Venito

The Game: La Tortura

Local: México

Ano: 2006


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12:38 PM
 

Uma dia na Casa dos Garcias



O que é passar um dia na casa dos Garcias. Sinceramente eu às vezes acho que a mim e ao Manollo falta um parafuso, pois às vezes não pensamentos, não raciocinamos como no outro dia.

Eu estava na área de lazer de nossa casa, na minha adorada cadeira de repouso em frente à piscina tomava um sol gostoso, sentindo o meu corpo bem relaxado, naquele dia resolvi usar um maio de cor negra muito belo e obviamente de um grife muito cara, a qual nem vale a pena citar, afinal devem ser poucos os privilegiados o bastante para conhecê-la, ao meu lado uma mesinha com uma batida de abacaxi, meu bronzeador. Manollo não estava em casa, aliás, onde será que ele estava? Bom não importava que ao menos me trouxesse um perfume importado desta viagem, lembrancinhas sempre eram vitais para o bom andamento do nosso casamento.

Foi quando senti que algo encobria meu sol, e quando puder ver percebi que era o jardineiro, e de fato ele tinha beleza, alto e moreno, aqueles tipinhos fortes que nos pega pelos cabelos e fazem tudo que os maridos só fazem com as prostitutas com medo de a mulher reprimir ou de se sentir um grosso. Bem mas ele tinha um defeito muito grande e inaceitável: Era pobre, e como todo pobre era defeituoso.

Bom eu então resolvi fazer um escandalosinho básico, para apimentar a minha relação e a do Manollo, quando ele chegou, exigi que ele demitisse o jardineiro, ele não quis, usei meus truques:

- Vai deixar que um jardineiro tarado fique na mesma casa que seu amore?....- Roberta fez um novo biquinho, e levou o dedo indicador ao liquido do copo que Manollo segurava, sempre bebia ao chegar a casa, para relaxar, mexendo ao mesmo, depois levou este a boca, envolvendo ele com os lábios e sorvendo o liquido de leve, afastou o dedo da boca, e aproximou o rosto do dele, levando uma mão à nuca dele sussurrou - Acho melhor você rever o que você falou meu amor, a cidade está cheia de jardineiros que não são tarados como este, acho que você pode perfeitamente arrumar um que não fique olhando meus seios... - retirou o copo da mão dele e levou aos lábios, bebendo todo o líquido, bateu o copo ao balcão, e logo estendeu os braços pra trás de costas pra ele, deixando o roupão cair ao chão, e exibindo o belo corpo, e as costas nuas que o maio contornava em um belo desenho, e caminhou até a escada, subindo a mesma, deslizava a mão pelo corrimão olhando Manollo de canto de olhos sussurrou - Faça o que a mamãe Roberta quer, e Papai Manollo terá uma noite maravilhosa, ou.....uma noite infernal.....- subiu as escadas indo a seu quarto

- Roberta. Ele não é um tarado. Carlito é um bom rapaz e tem carta de recomendação. Ele não. - e a voz morria quando ela aproximava o rosto e levava a mão à nuca de Manollo, falando novamente sobre os jardineiros que estavam disponíveis na praça, a atenção já começava a ser vendida a preço de banana. E lá ia Roberta subindo para o quarto para falar de sua noite.. E se bem conhecia sua esposa, sabia bem a diferença para ela de maravilhosa ou infernal. Olhou o cálice vazio da bebida e começou a caminhar escada acima

E começou o joguinho, adoro joguinhos, apimentam a relação, mesmo os pobres podem ter joguinhos de sedução, basta eles juntarem as economias, a mulher comprar uma camisola mais cara que a própria alma dela e o homem juntar o salário para pagar um hotelzinho de quinta. Entrei no quarto tranquei a porta na cara de Manollo, e então o joguete começou:

- Manollo, quer a tira? Demite o jardineiro... - foi o que Roberta disse após ter aberto somente uma frestada porta, apenas para deixa Manollo ver uma das coxa de Roberta ser exibida a porta, presa a esta estava uma tira de renda, bem presa a coxa, ele conhecia o joguinho "Conquiste a tira e terá o resto"...Ela queria algo, e enquanto ele não desse, a tira ia ficar lá e ele do lado de fora. - E tem mais, já leu o jornal? Sabe aquele diplomata milionário, que ficou me cantando na última festa que a Carolina deu?...Então meu amor, ele ta viúvo, então é melhor... Demitir a droga do jardineiro tarado logo, pois duvido que ele deixe qualquer um tocar em sua mulher e fica quieto como um cachorro a abanar o rabo pros empregados....- foi a ultima frase de Roberta antes de bater em definitivo a porta na cara de Manollo e ele ainda pode ouvir - Quero a rescisão do contrato dele embaixo da porta, quando a tiver, eu abro a porta...e rasgo o jornal!

Manollo nunca obrigou o contador a fazer uma rescisão tão rápida, e o homem nunca teve de passar um fax tão rápido em sua vida, e o empregado que trouxe o papel a Manollo quase tropeçou nas escadas, mas finalmente o fax apareceu abaixo da minha porta, apanhei o papel delicadamente e o verifiquei, e naquele meio tempo que o fax não chegou, coloquei uma camisola vermelha de seda que o Manollo ama, apenas para provocar ele ainda mais, longa sem qualquer abertura, marcando bem o corpo e principalmente os seios que ele aprecia tanto.

- Ótimo... - Roberta levou a mão à tira de renda a retirando e abriu a porta, vendo Manollo a sua frente, antes que ele pudesse falar qualquer coisa, ela colocou a tira a boca dele a tapando, e levou as mãos a sua camisa, segurando na gola dela, o puxou pra dentro do quarto com tudo, fechando a porta em um chute, caminhando de costas na direção da cama, até que deixou o corpo cair, puxando-o junto, retirou a renda da boca dele e sussurrou - Hum, a mamãe te ama... A mamãe ama o papai...- aproximou os lábios mordiscando os dele...- e logo o empurrou pro lado retirando-o de cima dela, ergueu-se em um pulo - Comprei algo pra gente...Você vai adorar...- caminhou correndo até a gaveta e retirou de lá um par de algemas, ficou os sacudindo frente a face de Manollo, sussurrou - Quer domar a mamãe? Para que ela não seja mais tão atrevida hum?

Ah mas papai também adorava brincar:

- Roberta. Eu não tenho tempo para brincadeiras. - Manollo tentava explicar a mulher que aquilo não era hora. Que estava quase atrasado, mas logo podia vislumbrar o brilho da algema diante de seus olhos, mas que diabos ela pensava agora? Em amarrá-lo dentro de casa? Mas o sorriso vinha fácil ao rosto quando ela lhe perguntava se ele queria domar a mamãe. Ele dobrava a manga da camisa para cima, erguendo-se da cama, e retirava o cinto lentamente - A mamãe foi muito... Muito. Muito. Atrevida. - batia o cinto dobrado na mão de leve, ora ora.. Ainda tinha tempo para uma brincadeirinha

Pois bem, foi um espetáculo de mamãe e papai para empregado nenhum botar defeito, Manollo enlouqueceu, pegou a cinta, me despiu, me deu uma lição, cintadas nas nádegas, depois ele fez amor comigo na mesa, no beiral, depois na mesa, depois no beiral, depois me algemou, depois me currou no beiral, depois na mesa, depois ah, bom acho que foi no beiral, e por Deus, os empregados estavam suados depois de ver mamãezinha nua, e papaizinho a cuidar dela e dar-lhe uma boa lição, no auge disto tudo Manollo esquecia de todos seus compromissos e eu esquecia de meu pudor.

- Sim mamãezinha foi gostoso. - Manollo murmurava entre o mordiscar dos lábios que Roberta lhe oferecia, sentia como se o mundo estivesse a girar sobre seus pés e era sempre assim... Sempre assim com Roberta, por isso nunca a trocava por uma puta de luxo mais barata, ou até mais cara. Não seria como Roberta que fazia suas vontades, no fundo porque queria e lhe aprazia. Havia prazer maior do que o acabava de ter? Curra-la? Difícil dizer, todas às vezes todas as formas o levavam ao êxtase, sentiu o corpo dela fraquejar, o dele também. E havia funcionários que já haviam deixado o lugar do espetáculo e ido para o quarto, talvez para repetir os atos do patrão, talvez para masturbar-se pelos seios de Roberta, quem sabe. Manollo deixou-se cair deitado ao chão abraçado a Roberta que ainda estava nua. Tendo a respiração a tentar se acalmar - Papai trouxe um presentinho pra mamãe.

Ah ele tinha que dizer a palavra mágica? Presente fiquei afoita, me ergui saindo dos braços dele, e parecia uma louca atrás de meu presente e ainda não me dava conta que estava nua na sacada, tudo que tínhamos feito, a louça que havíamos derrubado da mesa ao chão, o quanto aquilo nos custaria. Importava? Não, agora eu só queria o meu presente, mas nem tudo são flores.

- MIERDA!!! Eu estou atrasado, Roberta. - Manollo erguia-se de um salto e entrava no quarto, mas lembrava que ela estava ali na sacada e voltava para busca-la entre os braços - Eu tenho que sair agora para uma reunião com Armand..- respirava fundo, segurando-a pelo braço - Eu não vou me demorar hm? Façamos assim. Eu irei para a reunião e na volta te apanho para que possamos jantar no Maximu's. que tal? E eu te entrego o seu presente hm? - virava-se sem esperar a resposta e entrava no banheiro - Use seu vestido mais lindo Roberta.

- Claro meu amor, eu vou estar te esperando, só que no Clube das Mulheres! Peça pra mandarem me chamar que eu saio e nos vamos ao Maximu's, vou sair com minhas amigas e tem mais, eu realmente vou colocar meu melhor vestido! Minha melhor maquiagem e vou sem calcinha!....

Foram minhas ultimas palavras antes de colocar meu roupão, apanhar todas as minhas coisas e chamar o motorista. E se Manollo foi me buscar lá no clube das mulheres? Óbvio que foi, papaizinho e mamãezinha ainda brincaram muito naquela noite.





La Mano Negra

0 :...Do you wanna dance?...: